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Um tiro no escuro.

Na mitologia grega Pluto (Ploutos) era o deus da riqueza e da generosidade. Ele distribuía suas riquezas para aqueles que considerava justos e dignos (falo em passado pois não sei se ele ainda continua nesta atividade).  Zeus, que era o pai de todos os deuses do olimpo, exercia diariamente seu poder e autoridade esforçando-se em manter a ordem e a justiça. Como era bastante temperamental (representado por raios e relâmpagos), Zeus decidiu deixar cego a Pluto, pois considerou que sua abordagem precisava ser “redirecionada”. (Eu sei o que você está pensando neste momento, mas esquece, não dá para aplicar esse método nos tempos atuais). Desta forma, Zeus garantiu que Pluto distribuísse a riqueza aos mortais com base no acaso e na sorte e não continuar no mérito caprichoso.

Alguns séculos depois, especificamente em 2017, a CVM iniciou uma revolução silenciosa no Brasil dando um marco regulatório com a Instrução 588 para as plataformas de investimento participativo (Equity Crowdfunding) e de empréstimos participativos (Peer to Peer Lending).

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Quanto vale uma ideia?

Eu adoro novas ideias e acho que as pessoas imaginativas são as que identificam tendências ou criam o futuro. Já dizia Einstein: a imaginação é mais importante do que o conhecimento. O conhecimento é limitado, mas a imaginação circunda o mundo. Mas o que é uma ideia? Qual é o valor de uma ideia? Devo empreender pois tive uma ideia? Alguém investe em ideia?

Hoje a mensagem é um pouco mais focada nos empreendedorxs do que nos investidorxs. Entretanto, sendo investidor e empreendedor ao mesmo tempo costumo ter uma visão integrada e simbiótica dos dois assuntos.

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Sempre há um novo arco-íris

Num mundo inundado por informações irrelevantes, a claridade na escolha das fontes é fundamental, não só para avançar de um ponto A ate um ponto B, mas é também uma questão de sobrevivência (seja na vida, seja nos negócios). Se o conhecimento é poder, o falso conhecimento é altamente tóxico e destrutivo.

Enquanto vou fazendo uma rápida rolagem no feed em minhas redes sociais, reparo por enésima vez que existe um tema recorrentemente monótono chamado de quarentena. Constato, paralelamente, um exército de gurus e videntes que não medem esforços em me recomendar uma centena de cuidados, precauções, atividades, soluções e advertências sobre o que fazer e o que não fazer, não só em relação ao COVID-19, mas também em relação aos assuntos mais diversamente aleatórios, porem ligados por elevação com a pandemia, o COVID-19, a quarentena, ou as três coisas.

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